Gustavo Cerqueira Guimarães

 

 

 

 Genealogia I, 39’’

 

Sou radicado em Belo Horizonte desde 1992. Vivi a infância e a adolescência em Lajinha/MG, onde nasci no dia 3 de setembro de 1974, filho de Maria Alzira Cerqueira e Enock Vieira Guimarães, ambos lajinhenses da primeira geração do município, fundado em 1938.

Meus avós paternos são Joaquim Martins Guimarães (Seu Quinca Dentista), proveniente de Ponte Nova/MG, e Maria Vieira Guimarães (Dona Rosinha), natural de Criciúma/ES. Eles ainda tiveram as filhas Milta, Milce, Milca e Milva.

Pelo lado materno figuram os meus avós Ardelino Ribeiro de Cerqueira e Almerinda Vieira de Cerqueira

 Enock, Alzira e Ardelino, 1977

Ardelino (1903-1982), o vô Dim, e Almerinda tiveram nove filhos: José (Lili), Helvécio, Bosco, Newton, Auxiliadora, Tereza, Célia e as gêmeas Inês e Alzira. O vô Dim é o primogênito de Francisco Mariano de Cerqueira e Alzira Ribeiro de Cerqueira. Depois dele vieram os irmãos Dionísio, Maria do Carmo, Francisco, Luís e João; meus tios-avós. 

Esses antepassados são ligados à história de Lajinha. O bisavô Franscisco é um dos fundadores do município, em 1938, e a bisavó Alzira, por sua vez, é filha de Francisco Tomaz Leite Ribeiro, o Comendador Leite, meu trisavô, o pioneiro do povoado São Domingos que antecedeu a cidade.

 Francisco Mariano Cerqueira

 

O Comendador Leite se casou com Leopoldina Cândida de Barros Leite, ambos da região de São João del-Rei. Ele é filho dos meus tataravós Bernardina Constância de Barros e Antônio Leite Ribeiro (1773-1848), que por sua vez é filho do Sargento Mor José Leite Ribeiro (1723-1801), minerador de ouro no Rio das Mortes na região de São João del-Rei, mas nascido em Santa Eulália do Barroso em Guimarães, região de Braga pertencente à província do Minho ao norte de Portugal, terra de seus pais Francisco Leite Ribeiro e Isabel Ferreira.

 



 



 

 

 Genealogia II, 51’’

Comendador Leite, o pioneiro

               

Almerinda de Abreu Vieira é a filha mais nova de Antenor Alves Vieira e Joaquina Rosa de Abreu Vieira. Sua mãe a deixou órfã ao lado dos irmãos Olívia, Lolô, Ana, MariaFrancisco. Seu pai contraiu núpcias com Ester Vieira, com quem teve mais dois filhos: José e Nenê. Em detrimento dessa circunstância, os filhos se agregaram separadamente junto aos familiares. Almerinda foi morar com o tio e padrinho Pedro José Moreira, sua esposa Jacinta e primos, dentre eles Vivaldi Moreira, que se tornaria presidente perpétuo da Academia Mineira de Letras (1975-2001).



 

 

Donana do Tanque aos 70 anos

Almerinda é neta de Joaquim Pio de Abreu e Anna Esméria Pereira Neves (1841-1934), a lendária Donana do Tanque que deixou a próspera São João del-Rei para morar em São Francisco do Glória/MG, onde administrava a Fazenda do Tanque. A matriarca teve seis filhos desse matrimônio: Joaquim, José, Jacinta, Joaquina, Antônio e Joana. Tornou-se viúva e se casou com Antônio José Moreira, com quem teve os filhos Pedro, João e Manoel. “Na Fazenda do Tanque Donana fez seu reino. Reino porque ali ela mandava, desmandava e comandava. A imagem de Donana do Tanque perpassa as gerações dos Pio de Abreu e dos Moreira. E há sempre um certo envaidecer e encantamento ao se falar dela”.         (Heloísa Costa Azevedo. Citação e fotografia disponível em: http://chiconauta1.blogspot.com.br/2012/04/donana-do-tanque.html).

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E-mail: gustavocguimaraes@hotmail.com                                                                                                           Site: coletivo PeDRa LeTRa